quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O post de hoje é um daqueles clássicos temas que povoam nossas mentes férteis e femininas e que nos perseguem até o momento em que abrimos o editor de texto e resolvemos escrever sobre um grande enigma da humanidade. E o título? Bem, um tanto sugestivo: “Não basta ter bunda, tem que saber usar."

Cansei de querer compreender a relação homem-bunda, bunda-homem e pior, cansei de questionar o porquê uma bunda vale mais do que inúmeros títulos universitários. Nessas horas compreendo porque a expressão “nasceu com a bunda virada pra lua” está intimamente ligada à questão de sorte. Ora, não há dúvidas, um bumbum avantajado, redondinho e bonito pode lhe render uma gorda poupança, com perdão do trocadilho, enquanto que um título universitário pode lhe render o dinheirinho pra pagar as contas no final do mês e um trocadinho pra investir, quem sabe, no financiamento daquele carrinho que não é bem o que você quer, mas o que pode pagar. Não questiono o uso de um ou outro atributo. O fato é que cérebros não vendem revistas. Você não verá a Playboy com a chamada “Uiii delícia....Musa da Copa mostra tudinho pra você” e um baita cérebro na capa. Não, você não verá. E muito menos verá “Cérebro da musa da copa em versão 3D”. Cérebros existem para que alguém diga “Nossa, aquela menina é um crânio”. E mais uma vez eu digo, crânio não vende revista, ao menos, não aquelas que você dará autógrafos e tenha além do cachê, participação nos lucros. Mas antes que vocês saiam por aí mostrando o bumbum pra todo mundo, vai logo um aviso: não basta ter bunda, tem que saber usar. Do contrário, mulherada, continuem com seus cérebros que, asseguro, já está de muito bom tamanho.

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