sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Coisas que talvez você não saiba sobre mim...
Tive uma bicicleta amarela;
Já fui fã de Xuxa e Backstreet Boys (vergonha do ano 1!!!);
Adorava historinhas do Chico Bento;
Meu sonho secreto era ter uma bota branca igual das Paquitas (vergonha do ano 2!!!)
Já quis ser cantora;
Não gosto de pés, sobretudo com calcanhares que se espalham pelas sandálias;
Quebrei meu pé;
Sou chata para rir de piadas;
Tenho cicatriz de 4 pontos no queixo;
Adoro ler sobre religiões, sobretudo muçulmana (livros estou aceitando);
Já desisti do twitter;
Já desisti de orkut e voltei atrás;
Já comecei e encerrei vários blogs;
Sonho em ser escritora, psicóloga e ter uma pousada;
Não tenho paciência para provar roupas, mas adoro comprar;
Sonho em conhecer o Norte do Brasil e países onde predomina o islã;
Tenho dificuldade para organização de finanças;
Já fui magra;
Sofro do efeito sanfona;
Já tive depressão;
Falo sozinha, faço perguntas e respondo;
Não tolero: pessoas que falam enquanto estou ao telefone, que me perturbem pelo fato de ser quieta e que sejam muquiranas;
Adoro incenso;
Não gosto de carne;
Não suporto que desconhecidos fiquem do meu lado em filas (aconteceu isso no restaurante hoje), sempre penso que querem roubar minha bolsa ou furar a fila, argggggghhh que raiva tenho disso;
Não gosto de pessoas tranquilas demais;
Não gosto de atrasos e enrolações.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Acredito que até já tenha feito isso. Mas que eu detesto, eu detesto. Dia desses, resolvi comprar umas coisinhas. Poucas, mas suficientes. Compras feitas, hora de pagar. Dirijo-me ao caixa e “Só isso?”. Como só isso? Comprei o que precisava. Que mania de vendedor. Sinto-me constrangida com essa pergunta. Será que realmente compro tão pouco? Será que não podemos comprar somente aquilo que precisamos? Será que a caixinha precisa ser aumentada? O vendedor ganha por metas? Seja o que for, considero muito mais elegante um “mais alguma coisa?”. Tão mais simples, mais gentil, mais humano. Pior que isso, só a forma insistentemente antipática de alguns atendimentos.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Aquela sensação que só o Natal traz...
Nunca tive grandes comemorações natalinas na maior parte da minha vida. Mas, lembro da árvore enfeitada na sala. Da estradinha de milho que meu pai fazia para o papai Noel encontrar o caminho para a entrega dos presentes. Lembro ainda dos doces entregues pelo Noel às crianças da minha rua e que eu “inocentemente” roubei. Lembro dos almoços natalinos na casa do avô que substituam as tradicionais ceias. Lembro ainda da boneca Estrela, da bicicleta amarela, da maquininha de fazer tricô. Muito mais que isso, lembro das noites tristes em que comemorávamos o Natal na nossa pequena família, quando no fundo queria todos tios, primos e avós presentes. Lembro da noite que dormi cedo pro Natal acabar logo ou do dia que espiei os vizinhos pela janela enquanto comemoravam a data. O fato é que apesar da solidão, do choro escondido, da desilusão em descobrir que papai Noel não existia, eu sempre esperei pelo Natal. Por que esperar era muito melhor que comemorar. Por que a preparação era tão mais viva, colorida e alegre que a noite natalina. Por que esperar me fazia desejar uma noite cheia de gente e de festa, cheia de conversas paralelas e de tititi, cheia de brincadeiras e de surpresas, cheia de abraços e beijinhos. Mas quando o dia esperado chegava, chegava também a realidade que tudo aquilo era só mais um sonho que nem Noel conseguiu realizar.