Quando é hora de crescer...
Não sei é um medo coletivo ou particular, mas tenho medo de um dia “virar gente grande”. É aquela história “você sabe o que vai ser quando crescer?”. Lembro de uma conhecida, com o dobro da minha altura, que dizia “vou ser gigante” e olha que ela nem ficou tão gigante assim. O fato é que se um dia sabemos, uma dia descontruímos as nossas ideias. Não porque não deram certo, mas porque não foram exatamente como imaginávamos. Talvez foram muito além das expectativas, talvez tomaram rumos inesperados.
O motivo de minhas idas ao psicólogo foi exatamente esse: “reconhecer a vida adulta, encarar o medo e as responsabilidades”. Confesso que não é tarefa fácil. Talvez por ter me privado de algumas coisas boas da infância e adolescência, tenho vivenciado um ‘lado juvenil tardio’. Por vezes, choro como criança, me rebelo como adolescente e não aceito as mudanças que só os adultos vivenciam. Mas um dia as coisas surgem e você diz “tá, não sou mais criança e nem adolescente”. Um dia, você não quer mais viver sozinha. Um dia você assume novos desafios pois almeja ter sua família, seu negócio próprio. Um dia você acorda e chora porque finalmente descobre que seus dias de criança acabaram, seus pais não podem resolver tudo por você e a hora é de crescer. Um dia você acorda e vê que os pés de galinha já estão mais evidentes, você percebe que acabou de encomendar o anti-sinais e que aquele tic-tac de bolinhas não combina mais com seu cabelo. Prefiro não mais encarar mais com tristeza, decidi que não quero mais chorar. Sei que há situações que nos fazem amadurecer, que fortalecem nossos vínculos e relações e que se nossas asas crescem é para que voemos mais alto, ladeados pelas pessoas que conosco compartilham o amor , respeito e a vontade de encarar a vida como ela realmente é..
Não sei é um medo coletivo ou particular, mas tenho medo de um dia “virar gente grande”. É aquela história “você sabe o que vai ser quando crescer?”. Lembro de uma conhecida, com o dobro da minha altura, que dizia “vou ser gigante” e olha que ela nem ficou tão gigante assim. O fato é que se um dia sabemos, uma dia descontruímos as nossas ideias. Não porque não deram certo, mas porque não foram exatamente como imaginávamos. Talvez foram muito além das expectativas, talvez tomaram rumos inesperados.
O motivo de minhas idas ao psicólogo foi exatamente esse: “reconhecer a vida adulta, encarar o medo e as responsabilidades”. Confesso que não é tarefa fácil. Talvez por ter me privado de algumas coisas boas da infância e adolescência, tenho vivenciado um ‘lado juvenil tardio’. Por vezes, choro como criança, me rebelo como adolescente e não aceito as mudanças que só os adultos vivenciam. Mas um dia as coisas surgem e você diz “tá, não sou mais criança e nem adolescente”. Um dia, você não quer mais viver sozinha. Um dia você assume novos desafios pois almeja ter sua família, seu negócio próprio. Um dia você acorda e chora porque finalmente descobre que seus dias de criança acabaram, seus pais não podem resolver tudo por você e a hora é de crescer. Um dia você acorda e vê que os pés de galinha já estão mais evidentes, você percebe que acabou de encomendar o anti-sinais e que aquele tic-tac de bolinhas não combina mais com seu cabelo. Prefiro não mais encarar mais com tristeza, decidi que não quero mais chorar. Sei que há situações que nos fazem amadurecer, que fortalecem nossos vínculos e relações e que se nossas asas crescem é para que voemos mais alto, ladeados pelas pessoas que conosco compartilham o amor , respeito e a vontade de encarar a vida como ela realmente é..
Nenhum comentário:
Postar um comentário